2 de outubro de 2013

NOVOS FERROVIÁRIOS 2013

TORCIDA AZUL

Após um longo e tenebroso inverno, literalmente, o FCF volta a ter dois horários aos sábados! 

Jogos competitivos, às 16h e às 17h, sempre no Toyota Futsal.

Novas caras e velhos conhecidos retornam ao time após algumas temporadas fora.
Mesmo quando o cambaleante FCF está pra cair, logo ele se levanta e conquista outros horizontes!

Sempre tem alguém querendo jogar nos blues!

Na semana de aniversário do clube, a alegria de termos os dois horários tradicionais novamente ...

Obrigado meu DEUS por este presente!
Sejam bem vindos NOVOS FERROVIÁRIOS ......... 



1 de agosto de 2013

CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF

A proliferação da logomarca estatal é o mais recente fenômeno verificado no futebol brasileiro. Ocupando diferentes espaços nos uniformes, a Caixa já soma R$ 96,9 milhões injetados nos cofres de clubes das séries A e B do Brasileirão. Quantia que ultrapassará R$ 100 milhões caso Cruzeiro e Atlético-MG entrem para o rol dos agraciados. Segue a lista dos patrocinados até o momento:
1)  Corinthians – R$ 31 milhões
Logomarca no peito e costas:
2) Flamengo – R$ 25 milhões
Logomarca no peito e omoplata (camisa) e calção:
3) Vasco – R$ 15 milhões
Logomarca no peito:
 4) Vitória, Coritiba e Atlético-PR– R$ 6 milhões
Logomarca no peito e costas (Vitória e Coritiba); Peito e barra traseira (Atlético-PR):
7) Atlético-GO – R$ 2,4 milhões
Logomarca no peito e costas:
8 ) Avaí e Figueirense – R$ 1,75 milhão
Logomarca no peito e costas:
10) Chapecoense e Asa – R$ 1 milhão
Logomarca no peito costas e calção (Chapecoense); Peito e barra traseira (Asa):


















19 de julho de 2013

VÁRZEA PROFISSIONAL

Calotes, mentiras e atrasos: profissionais preferem a várzea para receber em dia

Bruno Doro
Do UOL, em São Paulo
Fred Odebe, Macedo e Daniel Eze, que vivem do futebol de várzea

Luizinho tem 29 anos e poderia estar defendendo um time profissional. Mas está jogando no futebol de várzea de São Paulo. Decisão errada? Você diz isso porque só olha para o sucesso das estrelas dos times da primeira divisão. Amplie um pouco o foco de visão.
Pergunte para quem já passou por times de divisões menores. Fale com quem já jogou em times do interior do país. Você vai descobrir que o cenário amplo do futebol não é milionário como aquele da TV. “Rodei muito pelo interior. E é sempre a mesma coisa. Você joga três meses. Recebe só um. E o dinheiro não cai mais”, conta Luizinho.
Na várzea, não. O dinheiro é menor, o jogador não tem vínculo empregatício, mas depois de todos os jogos o envelope com o bicho está lá. É sagrado. “Você não recebe tão bem. Os valores são menores. Mas recebe sempre. Estou há três anos na várzea. E sempre recebi em dia”, conta o atacante.
Calote na Polônia
Bruno Doro/UOL
E não ache que isso só acontece no Brasil. Luizinho defendeu um time polonês por seis meses. Disputou a primeira divisão local. Sua equipe acabou rebaixada e o prometido pela transferência nunca caiu na conta. “Foi uma experiência boa, de vida. Passei muito frio, conheci outra cultura, aprendi como é viver em outro país. Mas não recebi”, lembra.
Voltou para o Brasil Teve propostas para rodar pelo Brasil. Poderia ter jogado no Centro Oeste, no Nordeste. Preferiu ficar em São Paulo. “É claro que não é fácil. Você tem de jogar por mais de um time, cuidar do físico. Alguns times até ajudam se você se machuca, mas nunca é bom estar parado. Mas consigo sobreviver do futebol, mesmo sem ser profissional”, conta o jogador.
A aposentadoria dos campos acabou sendo benéfica. Ele é o atual artilheiro da Copa Kaiser, o principal torneio amador da cidade de São Paulo. É, também, um dos destaques do Jardim São Carlos, de Guaianases, um dos melhores times do torneio.
Problemas no Nordeste
Rodrigo Campos/Copa Kaiser
Bill, de 18 anos e 1,93m, também está entre os principais goleadores da Copa Kaiser. E, mesmo com a pouca idade, já sabe como é difícil ter sucesso no futebol profissional. No ano passado, um empresário o levou para o Olímpico, do Sergipe.
O que deveria ser a grande oportunidade foram meses desperdiçados. “Passei o tempo treinando por lá. Mas nunca tive chance. Acabou o período de testes, não fui aprovado e voltei para São Paulo”, conta o garoto. Na capital paulista, sem contrato com o clube, acabou também o acordo com o empresário.
Quem o viu em campo avisa: além de grande, ele é um jogador técnico, que se posiciona bem na área. E ainda chuta bem. Falta, no entanto, alguém que o ajude. “Hoje, estou sem empresário, sem ninguém para ajudar. Assim, é quase impossível encontrar um clube”, conta.
Mentiras em São Paulo
Bruno Doro/UOL
Com toque refinado e grande visão de jogo, o motoboy Rafael da Silva Nascimento assume o papel de maestro. Rafinha é o camisa 10 do Internacional do Moinho Velho, que, como o Inter do Jaraguá, também já deu adeus à Copa Kaiser. E, como Bill e Luizinho, já tropeçou no futebol profissional.
Aos 27 anos, já tentou a sorte no futebol profissional. Tinha 23 anos, assinou um contrato com o CATS, o Taboão da Serra, mas nada deu certo. “Infelizmente, não pude trabalhar com pessoas sérias. Foram muitas promessas e pouca coisa foi cumprida. Fiquei sem receber e tive de desistir. Precisa pagar as contas. Virei motoboy, mas ainda sonho em viver do futebol. Se Deus quiser, ainda dá tempo”, fala o jogador.
O caso é parecido com o do atacante Macedo, artilheiro da Kaiser no ano passado. Jogador do Cantareira, de Heliópolis, ele é profissional da várzea, defende três, quatro equipes por fim de semana. Construiu casa, comprou moto, tudo com o dinheiro do futebol amador. Algo que o futebol profissional não permitiu.
Quando tinha 18 anos, Macedo se submeteu a uma bateria de testes no Juventus, da Móoca, um dos times mais tradicionais da cidade. “Fiz seis peneiras. Fui aprovado. Mas quando ia ser profissionalizado, o técnico foi demitido. Quando chegou o novo treinador, mandou todo mundo embora. Eu também. Foi uma desilusão muito grande”.
Vítimas até entre estrangeiros
Milton Flores/UOL
E não são só os brasileiros que sofrem com as incertezas do futebol nacional. No Ajax, da Vila Rica, por exemplo, dois nigerianos estão provando que é possível viver do futebol amador no País do Futebol. Fred Odebe e Daniel Eze chegaram ao país para jogar bola, mas acabaram esquecidos.
O primeiro é zagueiro e já defendeu até mesmo a seleção do país. Chegou para vestir a camisa do Grêmio Barueri, justamente nos anos das mudanças de sede – o time foi para Presidente Prudente e depois voltou para a grande São Paulo entre 2010 e 2011. Acabou esquecido pelos empresários que o trouxeram para o país e hoje joga no Ajax, da Vila Rica.
O segundo é centroavante. Jogou nas categorias de base do Hertha Berlin, mas problemas de documentação o mandaram para São Paulo. Fez testes na Ponte Preta, no Flamengo de Guarulhos. Acabou aprovado no Bahia de Feira de Santana. Então, veio a lesão no joelho esquerdo. E, como Fred, foi esquecido por quem o trouxe ao Brasil.
Teve, inclusive, de operar o joelho pelo SUS, já que não tinha vínculo com nenhuma equipe para bancar o procedimento, nem apoio de um empresário para arcar com os custos. Recuperado, é um dos destaques do Ajax. Os dois, aliás, foram campeões da Copa Kaiser do ano passado. “É como se fosse um título profissional. Eu não consegui virar profissional na Europa e em alguns lugares do Brasil, mas tenho orgulho de dizer que sou profissional da várzea agora", disse o atacante.
O Ferroviário buscando o sonho!

MECANISMO DE SOLIDARIEDADE DA FIFA

Investimento sério na base dos clubes podem sim render algum lucro, desde que sejam levados em consideração alguns aspectos corporativos, como uma gestão profissional por exemplo.

Os casos mais recentes são do zagueiro Marquinhos (ex-corinthians e ex-Roma) e do meia Fernandinho (ex-Atletico Paranaense e ex-Shakhtar Donetsk - e que poderá render alguns milhares de euros para o PSTC de Londrina PR que foi seu clube formador).


Roma x Inter de Milão - Alejandro Guarin Vasquez Fredy e Marquinhos (Foto: Vicenzo Pinto/AFP)    Fernandinho - Manchester City (Foto: Divulgação/Site Oficial Manchester)


ENTENDA A SITUAÇÃO

Mecanismo de solidariedade

Pela regulamentação da entidade máxima do futebol (FIFA), o período considerado de formação vai dos 12 aos 23 anos, rendendo até 5% do valor bruto da transferência para os clubes que participaram do amadurecimento do jogador. 

Esse percentual é definido pelo tempo em que atleta ficou no clube, respeitando a seguinte divisão: 

a.) de 12 a 15 anos, 0,25% a cada ano
b.) de 16 a 23 anos, 0,5% a cada ano

No caso de Marquinhos (ex-corinthians, por exemplo), que jogou no clube dos sete aos 18, o clube acumula 2,5%. 

O pagamento é feito pelo clube que estiver contratando o novo jogador, contudo na maioria das vezes o clube formador precisa entrar na justiça para receber este valor.


DIVISÃO DO PERCENTUAL DA INDENIZAÇÃO:

12 anos – 0,25%
13 anos – 0,25%
14 anos – 0,25%
15 anos – 0,25%
16 anos – 0,5%
17 anos – 0,5%
18 anos – 0,5%
19 anos – 0,5%
20 anos – 0,5%
21 anos – 0,5%
22 anos – 0,5%
23 anos – 0,5%



Leia mais no LANCENET!

http://www.lancenet.com.br/corinthians/Marquinhos-PSG-rendera-milhoes-Timao_0_958104408.html#ixzz2ZUYv7vWI 
http://www.lancenet.com.br/minuto/Fernandinho-inicia-trajetoria-Manchester-City_0_953304705.html
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9 de julho de 2013

O MILIONÁRIO FUTEBOL BRASILEIRO

As 100 maiores transferências de jogadores brasileiros


As 100 maiores transferências envolvendo jogadores brasileiros deixaram um registro total de 1,9 bilhão de euros, equivalente hoje a 5,5 bilhões de reais. As “100 transferências”, porém, são na verdade 101, devido à coincidência de valores em diversas transações. Essas informações foram levantadas por trabalho da Pluri Consultoria, sobre o qual foi feito esse post. A transferência mais antiga listada é a de Aldair, do Benfica para a Roma, em 1993, e sete da atual janela ainda em curso.
Esse Olhar Crônico Esportivo discorda da Pluri Consultoria em relação aos valores das transferências de dois jogadores: Neymar e Lucas Moura. Por transferência entende-se o valor que um clube paga a outro pelo direito federativo de um atleta, o que inclui todos os direitos econômicos vinculados a esse direito federativo, o que está longe de ser claro no caso de Neymar e está devidamente documentado no caso de Lucas.
Neymar
Sobre essa transferência, a empresa disse-me que trabalhou com o valor lançado no Transfer Matching System, da FIFA, o que torna a discrepância de valores anunciados ainda mais grave. De acordo com o Santos FC, o valor recebido pela transferência de Neymar, que deverá ser repartido com as outras duas partes com interesses no atleta – DIS e TEISA – foi de 17 milhões de euros. Como esse OCE já assinalou anteriormente, e tornou a apontar nos posts que trataram da transferência, o valor divulgado pelo Barcelona de 57 milhões de euros não corresponde à transferência do direito federativo pertencente ao Santos. Se o clube catalão pagou 40 milhões de euros a Neymar, ao seu pai, a agentes, isso nada tem a ver com a compra de seu direito federativo ao legítimo detentor do mesmo, o Santos FC. A real posição dessa transferência, portanto, é a 40ª, ao lado de Evanilson, Afonso Alves e Luis Gustavo.
Fica claro, cada vez mais, que essa transferência nasceu de um assédio proibido pela FIFA. Ou, se o Santos estava ao par dessa negociação ficou quieto e iludiu torcedores, mídia e todo o mundo da bola, inclusive os outros detentores de partes do direito econômico do atleta. No primeiro caso, se assim foi, um processo já deveria ter sido aberto junto à FIFA.
Lucas Moura
Em seu balanço correspondente ao ano de 2012, o São Paulo FC lança no item 6 das Notas Explicativas – Receitas a Apropriar – o valor de 115,859 milhões de reais, correspondentes à transferência de Lucas para o Paris Saint-Germain. O acordo foi assinado em 7 de agosto de 2012 e o valor em questão foi lançado em 31 de dezembro de 2012, data de fechamento do balanço, pela cotação do euro no mesmo dia, correspondendo ao total de 43 milhões de euros e não 40 milhões conforme colocado nessa lista e nas anteriores. Portanto, a posição correta dessa transferência no ranking é a 4ª, junto com Robinho (em sua segunda transferência, do Real Madrid para o Manchester City) e já considerando a colocação de Neymar na 40ª posição ao invés da 2ª.
19 Brasileiros entre as 100 maiores da história
Nada menos que 19 transferências de atletas brasileiros estão entre as 100 maiores da história (ver lista aqui), o que demonstra a importância e valorização do jogador brasileiro no mercado mundial.
Ainda hoje Kaká segue sendo o detentor da transferência mais valiosa, ao passar do Milan para o Real Madrid por 65 milhões de euros.
Agora vem a parte ruim da lista, a demonstrar a debilidade econômica de nosso futebol, apesar dos discursos ufanistas mais recentes: dessas 101 mudanças somente 4 transferências têm clubes brasileiros na ponta compradora: Corinthians com 2 jogadores (Pato e Carlos Alberto), Flamengo (Vagner Love, em transação que foi desfeita antes do término do pagamento) e São Paulo (Ganso). A única entre dois clubes brasileiros foi a mudança de Ganso do Santos para o São Paulo, no ano passado.
Apenas 35 das 101 transferências envolvem clubes brasileiros, ficando as outras 66, consequentemente, entre clubes estrangeiros. Muitos atletas aparecem mais de uma vez na lista, devido a novas transferências de seus direitos federativos. Por exemplo: Ricardo Oliveira, Emerson, Robinho e Ronaldo aparecem quatro vezes cada em diferentes transações.
GRÁFICOS DA PLURI

5 de julho de 2013

O FCF QUER SEGUIR ESSE PADRÃO

À italiana, 'Tite' da bola oval impõe linha dura e mantém Timão invicto

Há quase três anos no Corinthians Steamrollers, Marco Nessi se inspira no 
técnico do futebol e alcança invencibilidade de 37 jogos


Ainda não chove no Parque São Jorge quando Marco Nessi dá início ao treino, pontualmente às 21h15m de uma quarta-feira. Depois do aquecimento, reúne os jogadores no centro do campo e inicia seu discurso. Com um português carregado de sotaque, mas compreensível, pede dedicação. Diz que os rivais evoluíram e que, se a equipe quiser se manter no topo, vai precisar fazer o mesmo. Uma hora depois, já molhados pela água, os atletas repetem à exaustão uma jogada, mas não reclamam. O técnico, ao que parece, tem o controle da situação.

Ainda que a descrição aponte para um treino de futebol, o esporte é outro. Nessi comanda o Corinthians Steamrollers, time de futebol americano do clube paulista. Há cinco anos no Brasil, o treinador tem um currículo extenso. Na Itália, marcou uma geração ao conquistar 12 títulos nacionais com o Lions Bergamo, além de três troféus do Eurobowl e um da Liga dos Campeões. Após 23 anos e alguns períodos de intercâmbio nos Estados Unidos, se aposentou como jogador, virou técnico e se mudou para o Brasil para trabalhar com esporte. No comando do Corinthians há quase três anos, nunca perdeu. E, com uma invencibilidade de 37 jogos, diz se inspirar em um outro treinador que veste as mesmas cores que as suas: Tite.

Marco Nessi técnico Corinthians Steamrollers futebol americano (Foto: João Gabriel Rodrigues)
Marco Nessi orienta seus jogadores durante treino do Corinthians (Foto: João Gabriel Rodrigues)

Nessi é torcedor do Atalanta, da Itália, mas não acompanha futebol. Diz que a mentalidade dos jogadores lhe desagrada. Mas, no Brasil, passou a admirar o que Tite faz no comando do Corinthians. E admite tentar fazer o mesmo à frente dos Steamrollers.

- Eu tento ser como ele no meu time. Já conversei com ele no centro de treinamento, tiramos fotos. Ele é uma pessoa muito legal, conversamos sobre várias coisas. Foi uma boa conversa.

A postura de Tite em não aceitar desvios de condutas é o que mais agrada a Nessi. O italiano acredita que, no futebol, os jogadores não se dedicam tanto quanto poderiam nos treinos e nas partidas.

- Eu torço para o Atalanta, mas não gosto de “soccer”. Eu não gosto muito por causa da mentalidade diferente. Acho os jogadores de “soccer” muito acomodados, não se esforçam 100 %. Só fazem o que precisam e nada mais. Minha mentalidade não é assim. Eu quero tudo, tudo é mais. Eu quero que, a cada jogo, façamos o nosso melhor. Não aceito nada menos que os 100%. É a mesma mentalidade que o Tite tem no Corinthians. E é por isso que gosto mais do Corinthians do que dos outros.

Marco Nessi técnico Corinthians Steamrollers futebol americano (Foto: João Gabriel Rodrigues)
Marco Nessi adota linha dura à frente da equipe
do Timão (Foto: João Gabriel Rodrigues)

Assim como o brasileiro, o italiano não admite qualquer traço de falta de dedicação de seus jogadores. O treinador, que a todo tempo cobra seus atletas, não tem dúvidas na hora de sacar do time quem esteja fora de sua linha de trabalho.

- Eu sou rígido, cobro bastante. E acho que isso mudou o Corinthians. Eu sou duro, cobro respeito dos jogadores e, para isso, mostro respeito a eles. Uma vez que eles cumpram com suas tarefas, fico satisfeito. Eu não uso palavrões. Estou falando com o jogador, não da pessoa que está no campo. O jogador que está no campo tem de dar 100%. Se não der 100%, vou procurar outro. Todos me respeitam e sabem que, se querem jogar, precisam mostrar isso.

A mudança de postura funcionou. Invicto desde sua chegada ao clube, o treinador abandonou sua aposentadoria por um tempo para mostrar na prática o que queria de seus jogadores. Agora, colhe os frutos e tenta manter sua equipe por mais tempo no topo do futebol americano disputado no Brasil.

- Eu vi que a história do futebol americano no Brasil é muito parecida com a da Itália. Eu disse: “Acho que posso ajudar vocês”. Eu comecei a treinar e, durante a primeira temporada, também joguei. Joguei porque não gostava da atitude dos jogadores em campo. Então, quis mostrar como deveria ser. Estou no time há quase três anos e ainda não perdi. Eu mudei a mentalidade do time. A mentalidade é algo fundamental no futebol americano. No começo, foi isso. Depois, começamos a ganhar porque o time melhorou na parte técnica. Ganhamos novas jogadas e treinamos mais.

O Corinthians Steamrollers volta a campo pelo Torneio Touchdown no sábado, 13 de julho . A equipe, que venceu as duas primeiras partidas do torneio, encara o Vila Velha Tritões, no Espírito Santo, às 14h.



14 de junho de 2013

DOAÇÕES DO FERROVIÁRIO MARÇO/ABRIL 2013

O Ferroviário fez algumas doações de remédios, dieta especial em lata e de fraldas geriátricas para a farmácia do 'CENTRO SOCIAL CORAÇÃO DE MARIA", que fica instalada na Paróquia Coração de Maria (Avenida JK com Higienópolis em Londrina PR).










*** agradecimento às pessoas que colaboraram nas doações desse material, mas em especial às famílias Ono, Kawasaki, Teraçono, Kusaba, Mori, Kameo e Milan *** 

29 de maio de 2013

MARCAS MAIS VALORIZADAS DO FUTEBOL MUNDIAL

29/05/2013 - 09h59

Corinthians tem 19ª marca mais valiosa entre clubes, diz estudo 

em São Paulo

O Corinthians tem a 19ª marca mais valiosa entre os clubes de futebol do mundo, de acordo com o estudo realizado pela Brand Finance. O levantamento realizado pela consultoria avalia que a marca do clube paulista vale US$ 103 milhões (cerca de R$ 213,5 milhões).
De acordo com o Brand Finance, o Corinthians teve uma valorização de 34% em relação ao ranking divulgado em 2012. No ano passado, o clube aparecia em 24º lugar, com uma marca avaliada em US$ 77 milhões.
Apesar do crescimento, o Corinthians ainda aparece distante dos primeiros colocados. O Bayern de Munique, campeão da Liga dos Campeões, ultrapassou o Manchester United e assumiu a liderança da lista: US$ 860 milhões (quase R$ 1,8 bilhão).
Além do Corinthians, quatro clubes brasileiros aparecem no ranking: Santos (38º), São Paulo (39º), Flamengo (45º) e Internacional (46º). O Santos foi o clube que apresentou a maior valorização de sua marca entre os 50 primeiros colocados: 70% em relação ao ranking de 2012. Já o Olympique de Marselha registrou a maior desvalorização neste período: 34%.
Corinthians, Santos, São Paulo, Flamengo e Internacional são os únicos clubes fora da Europa que aparecem na lista dos 50 primeiros colocados. A Brand Finance, em comunicado oficial, explica os bons resultados apresentados pelos times brasileiros em seu ranking.
“As marcas de clubes brasileiros e turcos tiveram grande evolução graças ao crescimento das economias de seus países e à crescente paixão de seus torcedores”, indicou a empresa.

CLUBES DE FUTEBOL COM MARCAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO



CLUBE/PAÍS













VALOR DA MARCA














EVOLUÇÃO*
1. Bayern de Munique/ALEUS$ 860 milhões                        9%
2. Manchester United/INGUS$ 837 milhões-2%
3. Real Madrid/ESPUS$ 621 milhões4%
4. Barcelona/ESPUS$ 572 milhões-1%
5. Chelsea/INGUS$ 418 milhões5%
6. Arsenal/INGUS$ 410 milhões6%
7. Liverpool/INGUS$ 361 milhões-2%
8. Manchester City/INGUS$ 332 milhões10%
9. Milan/ITAUS$ 263 milhões-10%
10. Borussia Dortmund/ALEUS$ 260 milhões15%
19. Corinthians/BRAUS$ 103 milhões34%
38. Santos/BRAUS$ 65 milhões70%
39. São Paulo/BRAUS$ 62 milhões6%
45. Flamengo/BRAUS$ 55 milhões20%
46. Internacional/BRAUS$ 55 milhões8%
  • * em relação a 2012



14 de maio de 2013

VALORIZAÇÃO DAS MARCAS DE TIMES BRASILEIROS

O VALOR DAS MARCAS EM 2013

Como já se tornou tradição, a BDO RCS Auditores Independentes divulgou estudo anual mensurando o valor das marcas no futebol brasileiro. Em sua edição 2013, a empresa atribui valor aos 23 maiores clubes do Brasil, sendo seis de São Paulo, quatro do Rio, dois do Rio Grande do Sul, Minas, Paraná, Bahia, Pernambuco e Santa Catarina, além do Goiás. Segue o resultado final, em contraponto às conclusões do material de 2012:




Segundo relatório divulgado pela BDO, o estudo segue “rigorosa métrica que inclui 18 diferentes variáveis entre dados financeiros históricos dos clubes, informações publicadas em pesquisas com os torcedores, dados de marketing esportivo, hábitos de consumo e dados sociais e econômicos do mercado em que atuam os clubes analisados”.
O Corinthians segue na liderança, sendo o único a romper a barreira bilionária: sua marca valeria R$ 1.108,2 milhões. A acirrada disputa entre Flamengo e São Paulo continua, com o Rubro-Negro atingindo R$ 855,4 milhões frente aos R$ 848,2 milhões do Tricolor Paulista. Completam os 12 maiores: Palmeiras (R$ 496,4 milhões), Internacional (R$ 412,9 milhões), Santos (R$ 377,4 milhões), Grêmio (R$ 359,6 milhões), Vasco(R$ 323,2 milhões), Atlético-MG (214,9 milhões), Cruzeiro (R$ 202,8 milhões), Fluminense (R$ 170,2 milhões) e Botafogo (R$ 124,2 milhões).
Chama atenção a disparidade envolvendo Corinthians, Flamengo e São Paulo e todos os que os sucedem. Além da capacidade econômica, a polarização entre torcedores jovens certamente é um dos fatores cruciais para a relevância do trio. Segundo o Datafolha, nada menos que 50% da torcida nacional entre 16 e 24 anos seria flamenguista, corintiana ou são paulina.
No top-12, houve troca de lugares envolvendo Grêmio e Vasco da Gama. A valoração gremista, tendo como trunfo o potencial da Arena Grêmio, eliminou o empate existente e deixou os vascaínos comendo poeira. Preocupa a perda de relevância cruzmaltina quando se analisam rankings das mais diversas naturezas, envolvam eles números, vendas ou torcedores.
Verifica-se ainda inversão de posições do âmbito de uma das maiores rivalidades do país. Em 2013 o Atlético-MG teria passado a valer mais do que o Cruzeiro, algo que poucos ousariam cravar anos antes. A perda de importância celeste no cenário nacional sucumbiu ao clamor alvinegro, que embora ainda sem títulos, encanta o Brasil na campanha da Libertadores e pelo bom futebol de Ronaldinho e cia.
A distância frente ao Botafogo se mantem, mas o Fluminense se vê cada vez mais distante dos mineiros. Apesar das importantes conquistas nos últimos três anos – e de toda a visibilidade que vem como consequência – o Tricolor surge ratificado apenas na 11ª posição.
Os números acima apresentam semelhanças com as conclusões do “Painel de percepção de mercado” do Blog Teoria dos Jogos, meses atrás (relembre AQUI). A mensuração de como os clubes eram enxergados – sem cálculos ou tecnicidades – fez com que algumas marcas galgassem posições, enquanto outras despencam submetidas a provações matemáticas. A comparação mais apropriada do “Painel” é com os números da BDO de 2012.
A análise divide ainda a “Força das marcas” sob três pilares: “mercado”, “receitas” e “torcida”. Sendo assim, alguns clubes valem muito por possuírem torcida numerosa, enquanto outros pela capacidade de geração de recursos ou por estarem sediados em regiões de maior renda. O gráfico em pizza com a configuração dos doze maiores é o seguinte:




Apenas o Flamengo supera 50% do valor como fruto do potencial da torcida. A importância dos mercados do Rio de Janeiro e São Paulo representam muito do que se atribui às marcas de Botafogo (36%), Fluminense e Palmeiras (33%). Já os gaúchos são valiosos por conseguirem capitalizar a paixão de seus torcedores: Internacional (44%) e Grêmio (41%) são os únicos atingirem tal patamar sob a ótica das receitas.
Por fim, o valor consolidado das marcas do futebol brasileiro segue ascendente. Tendo saído de R$ 3,59 bilhões em 2009, o somatório dos clubes avaliados atingiu a cifra de R$ 6,06 bilhões em 2013. O desafio é frear a escalada da dívida, crescente muitas vezes em progressão superior.
Um grande abraço e saudações!

fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/teoria-dos-jogos/2013/05/13/o-valor-das-marcas-2013















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